A “aposta na disseminação dos novos gabinetes de saúde oral nos Cuidados de Saúde Primários do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, é uma das principais apostas do executivo, saídas do mais recente documento que avalia a estado da Sáude Oral no nosso país.
“O Governo atribui prioridade total à Saúde Oral dos portugueses e por isso está a investir 7,2 milhões de euros para instalar e equipar, de norte a sul do país, 150 novos consultórios de medicina dentária nos centros de saúde”, promete Margarida Tavares, na apresentação do relatório “Saúde Oral no SNS 2.0”, que decorreu a 12 de julho, em Lisboa.
De acordo com a tutela, o Orçamento do Estado em vigor “considera outras medidas que vão ao encontro desta valorização, nomeadamente a melhoria e estabilização das condições de exercício profissional dos médicos dentistas no SNS, nomeadamente através da integração de médicos dentistas no SNS e recrutamento de profissionais em número adequado para os gabinetes de saúde oral dos cuidados de saúde primários”.
O cheque-dentista, é uma das medidas também incluídas neste “roteiro”. Margarida Tavares,” mostra que “dos mais de 630 mil cheques-dentista emitidos em 2022, foram utilizados cerca de 415 mil, o que representa uma taxa de utilização de 65,9%”, assumindo “ser necessário alargar a utilização destes “passaportes de acesso” a cuidados de saúde oral.
O grupo de trabalho é constituído por representantes da Ordem dos Médicos Dentistas, da Direção-Geral da Saúde, da Administração Central do Sistema de Saúde, da SPMS, das Administrações Regionais de Saúde, da Associação Portuguesa dos Médicos Dentistas dos Serviços Públicos e do Gabinete da Secretária de Estado da Promoção da Saúde. O relatório está em consulta pública.
Consulte o relatório.
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